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segunda-feira, 2 fevereiro 2026
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Mangueira celebra musicalidade e instituições africanas na Bahia ao encerrar 1º dia de desfiles do Rio

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Sexta escola a se apresentar no Grupo Especial carioca, agremiação cantou sobre tradições e marcas de povos do continente no carnaval baiano.

Mangueira fez um desfile em homenagem às diferentes Áfricas que ajudaram a construir o carnaval na Bahia no encerramento do primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Rio na manhã desta segunda-feira (20). 

Em busca de seu 21º título, a Estação Primeira cantou o enredo “As Áfricas que a Bahia canta”.

Em sua apresentação, a Mangueira contou com 29 alas, cinco carros, três tripés e 3,5 mil integrantes. Na Sapucaí, a escola contou uma história cronologicamente, desde os cortejos afro-baianos do século 19 até os dias de hoje.

A comissão de frente já deixou claro a presença da força feminina no enredo. Com um tripé cheio de transformações com paredes que se abriam e plataformas móveis, orixás saíam de uma árvore sagrada.

No pede passagem da escola à frente do desfile, a rainha da Mangueira, Alcione, puxava a procissão cantada pela agremiação.

Pouco depois, o abre-alas mostrava um dos primeiros cortejos negros do carnaval baiano, uma festa baseada nas lembranças que os negros escravizados tinham do antigo continente.

Em seu segundo carro, a Mangueira retratou o Embaixada Africana, uma das primeiras entidades carnavalescas negras de Salvador, do século 19.

Acompanhando a bateria coberta de dourado, a rainha Evelyn Bastos completava 10 anos no cargo.

Em alas, a escola lembrou também do incômodo que o carnaval negro baiano causou nas elites, de Exu e Oxum e até de Olodum e do Ara Ketu.

Depois de passar pelos trio elétricos dos cortejos contemporâneos no quarto carro, a última alegoria representou o axé da saudação religiosa do candomblé e da umbanda, com uma grande carro prateado, verde e rosa, que contou com a ministra da cultura, Margareth Menezes, como destaque.

(G1)

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